A Day In The Life
(sugar, plum, fairy… sugar, plum, fairy.)
Composição : Lennon / McCartney
I read the news today oh boy
About a lucky man who made the grade
And though the news was rather sad
Well I just had to laugh
I saw the photograph
He blew his mind out in a car
He didn’t notice that the lights had changed
A crowd of people stood and stared
They’d seen his face before
Nobody was really sure if he was from the House of Lords.
Veja + em:
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http://nucleododirceu.com.br/comidadiversaoarte-e-ocupacao/
http://nucleododirceu.com.br/a-noche-en-el-galpao-el-sitio/
http://nucleododirceu.com.br/domingao-no-galpao/
http://nucleododirceu.com.br/11061/
http://nucleododirceu.com.br/front/
http://nucleododirceu.com.br/ocupacao-pernoite/
http://nucleododirceu.com.br/re-lay/
http://nucleododirceu.com.br/birra/
http://nucleododirceu.com.br/el-estado-de-sitio/
http://nucleododirceu.com.br/estado-de-sitio-23032011-o-dia-da-assinatura-do-…
http://nucleododirceu.com.br/ocupacao-galpao/
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http://nucleododirceu.com.br/estado-de-sitio-22032011/
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http://nucleododirceu.com.br/saida-de-emergencia/
http://nucleododirceu.com.br/estado-de-sitio/
http://nucleododirceu.com.br/sobre-estados-wikipedia/
http://nucleododirceu.com.br/1000-casas-performatividade-afinacao-e-comunidade/
22 de abril de 2011 em 19:51
PorrrrrrrrrrA do caralho, fudidaço, mermão botei fé na bagaça, esse vídeos me deu um gazas, fodastico ,não tenho mais palavrões, valeu jell valeu ocupação valeu nucleo bateu um orgulho
25 de abril de 2011 em 0:17
ai parabéns pelo trabalho do vídeo, esta bem editado, mas esse vídeo não me responde o que foi a ocupação e o que saiu de artístico disso tudo, sei que teve um aprendizado e uma experiência para vocês, mas não sinto que isso chegou em mim.
25 de abril de 2011 em 11:04
um pouco mais de calma ale, acho que a ocupacao ainda rende muito caldo, ainda tem coisa pra destrinchar, nao e um processo com um fim datado, e presciso calma mesmo, tem muita informacao ai no blog sobre a ocupacao que e um lugar pra fluir e cozinhar as ideias e coisas, e vamos olhar a coisa menos com o olhar tecnico e funcional, pratico. mas entendo seu questionamento. tambem quero mais desse lugar artistico
25 de abril de 2011 em 14:17
ok estou com calma sei que tem muita coisa muito caldo talvez so foi a forma que eu coloquei meu comentário foi meio assim , mas tenho certeza do trampo que foi realizado voce mim entende a minha necessidade de querer um lugar mas artístico
25 de abril de 2011 em 22:22
Ei Alle, também pode ser que a ocupação seja em si o lugar artístico… de dizer alguma coisa, provocar algum comportamento, instigar uma questão, a própria ocup_ação mesmo. Será que eu te entendi? Quando vc fala de sair algo de artístico, parece que não tem possibilidade da ação ser artística, só um “resultado” dela. O quê responderia a ti sobre a ocupação? Um texto, um outro vídeo mais elaborado, maior, o quê?
26 de abril de 2011 em 10:37
Esse video tem mesmo algumas coisas da ocupação…
pode não ter ficado claro.. e é normal e bom que existam duvidas.
pensei muito na ocupação, tanto quanto no estado de sitio, assinatura do contrato, ausencia, abandono, lado de dentro, lado de fora, camera escondida como forma insistente de captar imagens, desperformatividade, finado coletivo, luz no fim do tunel, video/dança, videodança, casa/cenario/locação… o que é o núcleo do dirceu? o que aconte ali dentro? qual o propósito? como diz silva neto: por que? por que? por que? por que?…
bjo
27 de abril de 2011 em 5:22
E! O video e bom! mas nao mais me detenho ao BOM, e ao RUIM… Acho que alem de todas as questoes ai apontadas por ti, posso citar 2 que me chamam atencao. 1- O aspecto “camera porosa”, que discutimos muito durante os encontros pra falar sobre o PANORAMICABARRACO, acho q foi preciso nesse sentido. 2- Camera escondida, questiono a etica da acao a la Silvio Santos, embora a camera escondida documente o que e real, sem qualquer nivel de representacao posterior…mas ha ai uma questao de etica que me faz pensar sobre a eficiencia cruel desse mecanismo.
27 de abril de 2011 em 14:15
É, existe esse interesse de como se encontrar essa porosidade de camera, isso toma forma na documentação apresentada no video.. O que foi feito comunica/transita bastante com o que foi conversado sobre o PANORAMICABARRACO tanto como no conceito de documentalidade proposto pelo marcelo..
Tambem vejo precisão na proposta da camera “escondida”. questiono o que é esse “real” que voce destacou e esse “escondido”(atribuido a camera).
A camera estava disposta no espaço/ambiente como qualquer outro eletrodomestico/objeto… questionar esse olhar descuidado pode ser algo potente como ponto importante nesse pensar sobre “etica” na ação… Tenho disposicao e tenho me tomado sobre pensar/fazer isso(etica), um campo que me propus a dialogar nesses procedimentos de documentação… E por isso para mim se aproxima mais de “dispercebido”… algo de “perceber” do que “esconder” de fato.
Acho que o que foi feito se difere bastante da “ação a la silvio santos” pois vejo que na ação “a la silvio santos” existe um lugar/intenção que leva pessoa a entrar num roteiro pré-estabelecido. E isso não visualizo aqui. Achei super voce trazer esses pontos, que já ando trocando com outras pessoas por aqui(núcleo/1000casas).
Vejo uma camera em um banheiro(lugar que tras uma ideia de particular, pessoal, privado… lugar que parece exigir uma permissão de ocupacao, de uso). Ela traz uma persistencia em “estar” e se pensar… “estar” não como um lugar comum de “sorria, voce está sendo filmado”, mas em um desafio de percepção daquele que passa. Essa camera disposta da mesma forma em uma cozinha, provoca o mesmo desafio mas em um outro “lugar”, mais “comum”, de “transito”… O banheiro é um lugar que já se pressupõe uma visibilidade que está mais no seu controle, diferente da cozinha que gera algo que vejo como uma ambiente pode trazer uma performatividade social, ou o inverso disso.
O marcelo me trouxe pontos bem bons a se pensar. Pensar essa camera “escondida” como uma contra-argumentacao desses roteiros caseiros, a camera “escondida” como possibilidade de se “pegar” o corpo em um estado de des-performatividade. A imagem e o som que transita entre dentro e fora… invertendo, alternando, fragmentando, acentuando… e sua organização em uma cabeça.
obrigado pelas pontuações, acho super coerente com o video.