http://www.youtube.com/watch?v=WriQmEI_EGI
Depois do post da Dani…
Achei interessante perceber aqui o território da ficção.
Como diretor usou o som da cachorra, a música, a tensão da imagem para criar a morte de uma cachorra que não morreu de verdade, apenas interpretou.
22 de fevereiro de 2011 em 18:50
que lindo gente…
mas eu me acabei aqui…
24 de fevereiro de 2011 em 3:17
de rachar