Essa foi uma das conversas-ensaio do Matadouro. Tem ficado cada vez mais claro que a performatividade, o que o que corpo trata e faz dentro desse trabalho — e eu diria da vida (!) — é consequência de um entendimento, de de um exercício do pensamento, sobre uma provocação contra uma tendência que temos a nos deixar levar pelas zonas de conforto, pelas anestesias, pelos automatismos… O texto desse dia, sobre Fuga em Massa (fico devendo a referência) na verdade traz “massa” na via que Negri traz o conceito de “multidão”, o que de início pode confundir um pouco. Mas de fato foi muito coerente pensar esse texto como parte do aquecimento, e definitivamente tudo que discute Matadouro discute muito o Núcleo, e nossa colocação nesse lugar que escolhemos ser, construir, reformular o tempo todo.
Uma plataforma entre 17 e 20 artistas de produção e pesquisa em artes perfomáticas que opera dentro de um sistema colaborativo, atuando em diferentes linguagens. Temos o bairro Dirceu Arcoverde, maior periferia de Teresina, Piauí, como campo de interesse e lugar de referência urbana. O projeto tem se voltado principalmente para a criação de mercado e platéia para a arte contemporânea, formação de novos criadores e pesquisa de linguagem.
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Comentários
César Costa: Marcelo, concordo contigo quando diz que só o fato de ser artista já não te coloca como medíocre. Se...
Danielle: Não dá pra não fazer conexões entre as coisas ditas, ouvidas, feitas, vistas e acontecidas. Acho que não...
weyla: Hoje conversando com minha avó ela me disse que não queria mais comprar roupas porque tava perto de...
2 de dezembro de 2011 em 12:24
Essa foi uma das conversas-ensaio do Matadouro. Tem ficado cada vez mais claro que a performatividade, o que o que corpo trata e faz dentro desse trabalho — e eu diria da vida (!) — é consequência de um entendimento, de de um exercício do pensamento, sobre uma provocação contra uma tendência que temos a nos deixar levar pelas zonas de conforto, pelas anestesias, pelos automatismos… O texto desse dia, sobre Fuga em Massa (fico devendo a referência) na verdade traz “massa” na via que Negri traz o conceito de “multidão”, o que de início pode confundir um pouco. Mas de fato foi muito coerente pensar esse texto como parte do aquecimento, e definitivamente tudo que discute Matadouro discute muito o Núcleo, e nossa colocação nesse lugar que escolhemos ser, construir, reformular o tempo todo.
2 de dezembro de 2011 em 12:33
acréscimos e retificação: os créditos do livro e do texto o vídeo já traz, e corrijo o nome do texto que citei, “Massas de Fuga”.
8 de dezembro de 2011 em 18:53
Muito bom, Regina. Vai com tudo, menina.
Você é massa.
Tudo de bom e boa sorte a todos.
Beijo grande,
Luana