Gente, definitivamente não entendo esse vídeo. Não entender é: não sei em que sentido ele diz algo relevante, não sei como ele se conecta com as atuais circunstâncias desse projeto e não consigo ler como estratégia trivial-engraçada para absolutamente qualquer coisa….(pelo menos relacionada a trabalho). Resumidamente, de longe, eu só consigo mesmo me espantar. Eu tô muito lúcida, por isso, imune a blaublaulisse? Ou eu tô só amargamente racional e seletiva, colocando energia no que é realmente necessário?
Torço pra que a agua no rosto, funcione nao apenas como metafora no video, mas que de fato tire a “brisa” aí do olhar… trazendo novas coisas ao primeiro plano, que precisam urgentemente ser enxergadas (muitas delas pontuadas no meu ultimo email coletivo).
Bjos de um corpo-osso preparado para a ação, fortificado pelo sol frio de Berin.
Gente, definitivamente entendo esse video! Vejo que ele se conecta de forma bem sutil com as circunstâncias atuais. Pelo menos com a minha… esse “está” e “não está” de férias.
A agua aparece como uma metafora… Não vejo olhos “brisados”, brisa é tudo que nao vejo aqui… Vejo que são olhos preparados! rapidos! que nao deixam a agua/agressividade/veneno passar pelo canto do olho.
Estou de férias… minhas ferias em Teresina(cidade que anda oscilando do calor extremo a chuva que faz faltar luz e queimar eletrodomesticos) estão sendo bem intensas! todo dia “blaublasando” no galpao, botando lenha no babado! pra não deixar o frio ou a chuva apaguar o tal fogo que o Patriota disse ter lá no meio… o bom é saber que não estou só.. tem muita gente na roda!
Essa semana tambem vai ser fogo… e essa semana nao começa quinta. Começou ontem.
Meu bem, se isso é tá de férias imagine oq é trabalhar!
rs
acho que vc não entender uma coisa não quer dizer que ela não diga nada, que ela “não deu certo”.
Acho que temos que estar sempre alertas para as coisas que não são feitas como a gente espera ou imagina. Isso não tira delas a importância(ou não) que elas tem.
Cuidado para não virar uma máquina profissional e amarga. Um chocolate para adoçar a vida pra vc!
Isso não é sobre o vídeo mas talvez devemos virar uma máquina proficional,talvez amarga, mas definitivamente não proficional pessoal, máquina proficional pessoal é como tenho visto o nucleo nos últimos tempos, tenho refletido sobre esse lugar, de coletividade e não pessoalidada, talvez temos que conversar sobre ele, talvez o proficionalismo seja um lugar um pouco amargo mesmo, mas a gente tem que aguentar, igual ao filho que com o tempo agüenta a dor de não brincar a hora que quer por que a mãe diz que é hora de entrar pra tomar banho e jantar.
Uma plataforma entre 17 e 20 artistas de produção e pesquisa em artes perfomáticas que opera dentro de um sistema colaborativo, atuando em diferentes linguagens. Temos o bairro Dirceu Arcoverde, maior periferia de Teresina, Piauí, como campo de interesse e lugar de referência urbana. O projeto tem se voltado principalmente para a criação de mercado e platéia para a arte contemporânea, formação de novos criadores e pesquisa de linguagem.
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Comentários
Elielson Pacheco: Me sinto meio idiota no momento. E fico pensando qual é o ponto do desmoronamento que tem que ir...
César Costa: Marcelo, concordo contigo quando diz que só o fato de ser artista já não te coloca como medíocre. Se...
Danielle: Não dá pra não fazer conexões entre as coisas ditas, ouvidas, feitas, vistas e acontecidas. Acho que não...
weyla: Hoje conversando com minha avó ela me disse que não queria mais comprar roupas porque tava perto de...
16 de abril de 2011 em 8:12
Sei não, mais sei lá
16 de abril de 2011 em 12:12
(_(_)
18 de abril de 2011 em 9:30
Gente, definitivamente não entendo esse vídeo. Não entender é: não sei em que sentido ele diz algo relevante, não sei como ele se conecta com as atuais circunstâncias desse projeto e não consigo ler como estratégia trivial-engraçada para absolutamente qualquer coisa….(pelo menos relacionada a trabalho). Resumidamente, de longe, eu só consigo mesmo me espantar. Eu tô muito lúcida, por isso, imune a blaublaulisse? Ou eu tô só amargamente racional e seletiva, colocando energia no que é realmente necessário?
Torço pra que a agua no rosto, funcione nao apenas como metafora no video, mas que de fato tire a “brisa” aí do olhar… trazendo novas coisas ao primeiro plano, que precisam urgentemente ser enxergadas (muitas delas pontuadas no meu ultimo email coletivo).
Bjos de um corpo-osso preparado para a ação, fortificado pelo sol frio de Berin.
18 de abril de 2011 em 10:21
Gente, definitivamente entendo esse video! Vejo que ele se conecta de forma bem sutil com as circunstâncias atuais. Pelo menos com a minha… esse “está” e “não está” de férias.
A agua aparece como uma metafora… Não vejo olhos “brisados”, brisa é tudo que nao vejo aqui… Vejo que são olhos preparados! rapidos! que nao deixam a agua/agressividade/veneno passar pelo canto do olho.
Estou de férias… minhas ferias em Teresina(cidade que anda oscilando do calor extremo a chuva que faz faltar luz e queimar eletrodomesticos) estão sendo bem intensas! todo dia “blaublasando” no galpao, botando lenha no babado! pra não deixar o frio ou a chuva apaguar o tal fogo que o Patriota disse ter lá no meio… o bom é saber que não estou só.. tem muita gente na roda!
Essa semana tambem vai ser fogo… e essa semana nao começa quinta. Começou ontem.
Meu bem, se isso é tá de férias imagine oq é trabalhar!
rs
Boas ferias pra quem tá aqui, ali e aculá!
18 de abril de 2011 em 20:44
lay
acho que vc não entender uma coisa não quer dizer que ela não diga nada, que ela “não deu certo”.
Acho que temos que estar sempre alertas para as coisas que não são feitas como a gente espera ou imagina. Isso não tira delas a importância(ou não) que elas tem.
Cuidado para não virar uma máquina profissional e amarga. Um chocolate para adoçar a vida pra vc!
19 de abril de 2011 em 16:47
Isso não é sobre o vídeo mas talvez devemos virar uma máquina proficional,talvez amarga, mas definitivamente não proficional pessoal, máquina proficional pessoal é como tenho visto o nucleo nos últimos tempos, tenho refletido sobre esse lugar, de coletividade e não pessoalidada, talvez temos que conversar sobre ele, talvez o proficionalismo seja um lugar um pouco amargo mesmo, mas a gente tem que aguentar, igual ao filho que com o tempo agüenta a dor de não brincar a hora que quer por que a mãe diz que é hora de entrar pra tomar banho e jantar.
20 de abril de 2011 em 9:13
para ver o link do vídeo original: http://www.youtube.com/watch?v=ikzC29rV75A&feature=related
21 de abril de 2011 em 17:18
1> Jell,gosto da fricção.
2> Obrigada Jacob. Penso nessa direção.
3> Jana, concordo com: “acho que devemos estar sempre alertas…”.