entry through a window.02 – M.E.TWO

Por: às 16/06/2011 14:08:07

A água parada, estática, estagnada, imóvel tráz o mosquito da dengue.

Mas a dengue passou e minhas plaquetas já estão à 176.000/mm3!

Agora é hora de retomar a ação!

Escolhi o residencial Manoel Evangelista 02 como área de trabalho.

As casas são quase que iguais, mas cada casa ocupada já tem um pouco de si, do seu “eu” instalado, como uma necessidade individual de validação/legitimação/apropriação/ocupação do “lugar pra chamar dirceu”. Olhando ao redor, penso que o lugar não é novo só pra mim, ele todo tem um clima meio assim: “recem-chegado”. Sem muitos muros, ainda dá pra ver o vizinho. Mas a window parece viver fechada, o que dificulta a entrada do olhar do outro. O artista é insistente e continua procurando a brecha, a fresta pra entrar.

Volto ao Trabalho com força, rondando, observando, ocupando o M.E.TWO! é hora de entrar!

Encerro com uma frase do marceloevelin.wordpress.com : mil casas é su casa baby!

cont…



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6 Comentários

  1. marcelo Evelin disse:
    16 de junho de 2011 em 15:23

    massa jell…


    Responder
  2. cipó alvarenga disse:
    16 de junho de 2011 em 20:41

    legal mesmo Jell. Me dá quase uma ideia de refração de foco, da gente que olha pro extenso, e o extenso que foca no mato. Física pura!

    Tem uma exposição chamada Word Press Photo, que talvez tú já tenha ouvido falar, que pode ser uma referência bem massa pra dar uma conferida.

    http://www.worldpressphoto.org/index.php?option=com_photogallery&task=view&id=2072&Itemid=292&type=&selectedIndex=10&bandwidth=high


    Responder
  3. jell disse:
    16 de junho de 2011 em 21:07

    nossa, adorei a referencia. nao conhecia ainda esse trabalho..
    tou aqui alucinado de fotos em fotos
    obrigado cipó


    Responder
  4. Danielle Soares disse:
    19 de junho de 2011 em 11:21

    Personalizar o que é feito padronizado. Dar uma identidade ao que e pra ser comum.


    Responder
  5. cipó alvarenga disse:
    22 de junho de 2011 em 21:07

    Que exposição Linda Andrez.Esse processo de transformação é a cara do Dirceu, só que aqui foi da homogenização dos conjuntos habitacionais para a divercidade de formas cores e tamanhos, tambem decorrentes de uma migração interna que apostou em um lugar ainda em construção.


    Responder

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Uma plataforma entre 17 e 20 artistas de produção e pesquisa em artes perfomáticas que opera dentro de um sistema colaborativo, atuando em diferentes linguagens. Temos o bairro Dirceu Arcoverde, maior periferia de Teresina, Piauí, como campo de interesse e lugar de referência urbana. O projeto tem se voltado principalmente para a criação de mercado e platéia para a arte contemporânea, formação de novos criadores e pesquisa de linguagem.

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  • Elielson Pacheco: Me sinto meio idiota no momento. E fico pensando qual é o ponto do desmoronamento que tem que ir...
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