Uma câmara plantada na casa, insistente como o canto do grilo.
Captando o que reside janela a dentro.

Projetar na janela alheia vem como uma ocupação do outro corpo. Seus roteiros caseiros na window do teu vizinho

O que é visto pela fresta, pela brecha da porta ou da janela por onde o outro, o transeunte, espia um recorte daquele espaço, da vida existente.
Existe apropriação e passividade nesse atitude banal e voyer de observar o outro, se ocupar dele.
O shoot é ativo!

Herdeira de um um império jornalístico Patty Hearst foi flagrada pela camera de segurança durante assalto ao Hiberna Bank, ação promovida pelo Exército Simbiótico da Libertação Nacional
A janela é a tela de projeção daquilo que tem dentro(não só daqui, mas de lá). e o que vai ser visto é resultado da insistência do dispositivo de captura de imagens “plantado” na casa, dos shots da câmera fotográfica que subvertem a atenção e o lugar do espectador.
31 de maio de 2011 em 11:38
Muito bom video, gosto da idéia de projetar nas paredes, acho massa a possibilidade de projetar nas paredes nos muros os espaços internos da casa, é uma coisa que quero muito testar
31 de maio de 2011 em 13:06
jell, que babado teu vídeo meninu!
to passado.
e eu que pensava que aqueles cliques que tu deu em cena eram apenas “cena”.
não esparava.
tu deu um shoot em mim!
ótimo exercício de documentalidade!
pergunta: tu percebeu que no final jacob e alle posam pros teus cliques. tu viu isso?
31 de maio de 2011 em 13:42
Cara muito massa a tua documentalidade e também a idéia de performer oculto. O que se vê é o olhar do performance.
31 de maio de 2011 em 13:43
Cara muito massa a tua documentalidade e também a idéia de performer oculto. O que se vê é o olhar do performer.