“O que faço não é uma arte nem uma ciência, é a vida”.
Am Dienstag, 30. Juni 2009, starb Pina Bausch, die Tänzerin und Choreographin des Wuppertaler Tanztheaters.
Ein unerwarteter schneller Tod ergriff sie fünf Tage nach einer Krebsdiagnose.
Noch am vorletzten Sonntag stand sie mit ihrer Company im Wuppertaler Opernhaus auf der Bühne.
Terca-Feira, 30. junho 2009, morre Pina Bausch, a bailarina e coreografa do Wuppertaler Tanztheaters.
Uma inesperada e rapida morte cinco dias depois de um diagnostico de cancer.
Ainda no domingo da semana passada ela subiu ao palco da Opera House de Wuppertal com sua Companhia.
(Anuncio no site do Wuppertaller Tanztheaters)
Marcelo Evelin
1 de julho de 2009 em 23:40
E essa mulher ..e um grande balarina tu de bom pena q se foi mais a arte dela fica
2 de julho de 2009 em 11:10
Semana estranha, essa!
Fiuei olhando as fotos e me peguntando se de alguma forma as informações geradas ali naquele corpo magro, feminino, aparentemente frágil, também nao estão aqui em mim (não se o quê, nem de que forma. Claro, isso não é uma constatação apenas uma hipótese, uma sensação.
Talvez porque olhando as fotos me lembrei da tal teoria em que apenas 4 pessoas te separam e qualquer outra pessoa no mundo.
Osso, pele, músculo. Potência.
2 de julho de 2009 em 19:03
Goodbye felly PINA BAUSCH .Eu concordo como vc LH a pina foi uma pessoa da dança em que contaminou todos como sua dança teatro .eu acretido muito num dança individual, mais tambem acredito mais influencias que acho q foi essa herança que pina nos deixou.
3 de julho de 2009 em 13:22
Sempre olhei para ela como uma diva, ídolo, tudo que me parecia muito longe, mas sempre com muita adimiração.
Até que alguém me disse: -tem uma coisa baushiniana em você, no seu modo de mover ,no seu corpo.
Confesso que foi um dos melhores elogios que já recebi. E como uma pessoa comum, adoro elogios!
Sem saber muito como explicar essa referência contida no meu trabaho,sem a cosciência que poderia me dar mais ferramentas para me desevolver, identifiquei nessa relação uma riqueza de elementos que eu poderia ainda explorar para desenvolver-me.Ainda pensei um dia buscar um contato direto com ela.
Marcelo um dia me dise que todos nós carregamos um pouco desas referências, por que ela , assim como outros artistas construiram boa parte da historia da dança que nos alimenta hoje.
Entendo isso, e busco cada dia afinar o meu fazer artístico com a clareza das influências que eles carregam (com mais consciência).
já me sentia de certa forma íntima, perto dela. Em contato.
Sua morte me tocou profundamente. No primeiro momento foi um grande vazio. Sei que sua força não morreu, seu trabalho sofre uma grande ruptura , mas permanece com as trnasformações que são necessárias agora.
Pina muita saudade.
Sua grande adimiradora.
3 de julho de 2009 em 19:24
o post acima foi escrito por Weyla Carvalho.
dessculpem!