Gangrena gasosa é uma banda carioca que tem servido como background na pesquisa de Fausto,eles denominam a música que fazem de saravá metal.
O que o gangrena faz com sua música seria análogo tanto a antropofagia como ao sincretismo religioso,quando usam a influência do thrash metal europeu ou norte-americano mas com uma estética totalmente brasileira;a macumba.Despensando os temas satânicos medievais europeus e trocando-os pela macumba,umbanda + cinema e seriados de televisão, literatura brasileira, despensando o tradicional look metal das camisetas pretas,cabelos longos,tenis sujos e rasgados pelas vestes de entidades da macumba.”A gente não queria se vestir de preto e usar cabelos longos por que a gente nunca foi assim,então resolvemos adotar o visual terreiro,que é totalmente brasileiro,mas não estamos nem ai pra umbanda e o candomblé,é só um assunto que a gente gosta de falar,cantar,criticar…” diz vladimir,que na banda atende e se veste por Exú Caveira.É antropofágico por que se alimenta de uma culrura estrangeira,digere-se o que importa e funde-se com elementos brasileiros.É sincretico por que é uma amálgama de concepções diferentes.Dêem uma sacada nos vídeos,esse post é só pra dividir uma curiosidade com vocês.
Fábio Crazy possessed por la brujeria de la selva!
11 de setembro de 2008 em 14:35
Muito bom ver a banda (gangrena..) batendo cabeça vestidos de zé Pilintra, dá um nó no juízo!
Não sei… sempre desconfiei que algumas dessas apropriações estéticas do universo do metal (rock) carregam uma certa ingenuidade. Como uma fixação adolescente. Acho que tem função protetora. Como carranca. torne-se o que voce teme, mesmo inconsciente. sem querer bancar o psicanalista mas pareçe aquela síndrome de peter-pan(!), que voce resiste à maturidade.
No caso da umbanda/macumba o material estético não só representa mas é a coisa em si. Magia é simbologia pura, energia das formas. Será que eles sabem onde estão se metendo… tomara que sim. o diabo é quem entra!
(no creo em brujas pero que las hay las hay..)
11 de setembro de 2008 em 14:36
Muito bom ver a banda (gangrena..) batendo cabeça vestidos de zé Pilintra, dá um nó no juízo!
Não sei… sempre desconfiei que algumas dessas apropriações estéticas do universo do metal (rock) carregam uma certa ingenuidade. Como uma fixação adolescente. Acho que tem função protetora. Como carranca. torne-se o que voce teme, mesmo inconsciente. sem querer bancar o psicanalista mas pareçe aquela síndrome de peter-pan(!), que voce resiste à maturidade.
No caso da umbanda/macumba o material estético não só representa mas é a coisa em si. Magia é simbologia pura, energia das formas. Será que eles sabem onde estão se metendo… tomara que sim. o diabo é quem entra!
(no creo em brujas pero que las hay las hay..)