Tenho observado que a abrangência do conceito de posse vai bem mais além do que a verticalidade que os muros propõem, porque as delimitações ficticias que são criadas constantemente são bem mais reais do que a concretude insólida e vunerável da parede física.
1 de junho de 2011 em 13:45
cipó, as paredes, os muros não físicos as vezes são os limites, as barreiras, as fronteiras mais intransponíveis, mais difíceis de lidar.
te vendo em mais uma parada de mão imaginei teus braços subindo para o longo do teu corpo e tua cabeça afundando, entrando, mergulhando cimento adentro até não restar mais corpo algum.
bjo