um monte de gente de facão; um monte de gente junto caminhando com tênis adidas; tambor que anuncia e atira, solene, ritualistico, maracatu , marcha funebre, mortal; um monte de gente rodando, órbita círculo, um homem cachorro doido doente com cabeça de abajur; facão no chao como corpo morto; músculo e tendão; parece um exércicito, parece gente no centro caminhando apressado pra ganhar a vida; queda de braço; não pode ter lugar de conforto; criaturas entre o pop e o arcaico, folk, profano, transformers e áfrica; corpo que fica velho, que não se consegue distinguir genêro, nao é homem ou mulher é só individuo-coisa; nao tem identidade definida pode ser de qualquer lugar um pouco em qualquer época; militar -cangaço-oriente porque o corpo morre de muito jeito; política e idade média num shape Wiviane Westowood; bloco de carnaval; quando você olha de novo o bloco ja não é o mesmo, ja mudaram de lugar, como um cardume, como uma multidão; eu ouvi: sistema – iconografia musical. ATAQUE!
Eu agora estou lá, a espreita, em prontidão no módulo noted! Numa acessoria que dilui pród e colaboração artística, porque tudo tá inserido no processo e vai ser cozinhado de dentro. Eu também estou lá me alimentando do que acontece, pirando com os looks ti-ti-ti testes de figurino.
29 de agosto de 2010 em 3:47
kkkkkkkkkkkk….ja pode ser o rilize do fashion show.
da uma olhada no debris que eu fiz uma associacao das carapacas com cavalos de troia.
beijo e seja bem vinda!
29 de agosto de 2010 em 4:01
release foi escrito inadequadamente “rilize” sem aspas no comentario anterior.
eu queria mesmo dizer era “rilizi”, forma ortografica que vai acabar vingando aqui, ne nao?
antropofagia tupiniquim!
29 de agosto de 2010 em 11:17
Rilizi, relex… Viva o dicionário Tupiniquim. Mas vamos colocar outras letras porque parece que só vinga o “r”.
30 de agosto de 2010 em 0:24
Parece tanta coisa. Acho que eu nunca vi esse trabalho, ou vi, ou não…
Uma coisa pode estar em muitos contextos?
tô a todo instante lembrando dessa ideia de processo, contexto, linguagem…
31 de agosto de 2010 em 15:49
Essas figuras. Doces monstruosidades pós antropofágicas tem uma empatia de fora pra dentro…nos familiariza com nossos m0onstros interiores. poderiam ser um novo esquadrão pop de super heroes que poderiam ser chamados de The Tupiniqueens.