as pinturas de índio usando net, atendendo um celular e etc(pois eram quatro imagens dessa mesma familia: indio digital) tavam num contexto tão bizarro que dava medo.
juntando isso ao fato de que nao tivemos uma produtora local do sesc que nos acolhesse, o publico de 7 pessoas etc cuiabá desceu meio atrevessado.
agora pra não generalizar, das 7 pessoas 5 ficaram ate o final do espetáculo e conversaram conosco. o papo rendeu bem.
Uma plataforma entre 17 e 20 artistas de produção e pesquisa em artes perfomáticas que opera dentro de um sistema colaborativo, atuando em diferentes linguagens. Temos o bairro Dirceu Arcoverde, maior periferia de Teresina, Piauí, como campo de interesse e lugar de referência urbana. O projeto tem se voltado principalmente para a criação de mercado e platéia para a arte contemporânea, formação de novos criadores e pesquisa de linguagem.
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Comentários
Elielson Pacheco: Me sinto meio idiota no momento. E fico pensando qual é o ponto do desmoronamento que tem que ir...
César Costa: Marcelo, concordo contigo quando diz que só o fato de ser artista já não te coloca como medíocre. Se...
Danielle: Não dá pra não fazer conexões entre as coisas ditas, ouvidas, feitas, vistas e acontecidas. Acho que não...
weyla: Hoje conversando com minha avó ela me disse que não queria mais comprar roupas porque tava perto de...
11 de setembro de 2010 em 19:25
as pinturas de índio usando net, atendendo um celular e etc(pois eram quatro imagens dessa mesma familia: indio digital) tavam num contexto tão bizarro que dava medo.
juntando isso ao fato de que nao tivemos uma produtora local do sesc que nos acolhesse, o publico de 7 pessoas etc cuiabá desceu meio atrevessado.
agora pra não generalizar, das 7 pessoas 5 ficaram ate o final do espetáculo e conversaram conosco. o papo rendeu bem.