
Escolhi dar o primeiro passo dentro do processo do Menu por escolher um material,e trabalhar a partir disso. Criar ou melhor,inventar maneiras de usar ,me relacionar,construir com esse material,no caso,as garrafas petts e plasticos. Espero que o Menu seja muito o que cada interprete deseja,que heroi queira construir,mas principalmente o caldo ou sumo de um tempo em comum desses interesses.
Sei que o que criança mais tem é uma vontade e disponibilidade de brincar,estar no momento presente,de usar aquilo que tem,fantasiar e tornar realidade. Nesta quinta,convidei a Cleydinha e a Luiza de 06 anos pra bricar na sala de casa. E é impressionante como a maneira de trabalhar com o tempo,com o interesse e a motivação é tão simples,é tradução simultanea,é vontade ,pensar e fazer tudo muito junto.
È um universo onde não existe não brincar por falta disso,ou de condições ideais,é sobre uma necessidade se ser um monstro e ter medo quando a luz apaga e gritar,dizer que a brincadeira tá chata em seguida.
Fiquei pensando depois dessa tarde se ainda sabia brincar?
Tambem acredito que o que pode potencialisar esse processo é considerar a construção de um lugar,com a ideia de imersão,e ver o que surge dessas relações e de nos ver brincando,não fantasiando ser alguma coisa,mas apenas brincar.
11 de junho de 2011 em 18:26
massa, sol. bonito e lúdico esse teu monstro de garrafas.
12 de junho de 2011 em 3:06
super, acho incrivelmente lindo o amadorismo da fotografia e o pouco recurso dos herois monstros
12 de junho de 2011 em 18:40
Adoooooooro soraya!! Me lembrei daquela ilha de lixo do oceano pacifico, que é o ralo pra onde vão todas as garrafas PET do mundo! Você é o monstro que nasceu de lá…
24 de junho de 2011 em 16:00
muito massa soraya, brincando de ser gente grande!
22 de julho de 2011 em 14:52
penso agora que enquanto vc pensa em reciclar as garrfas, as garrafas também te reciclam, dando novo olhar e sensação para esse corpo que poderia ser apenas um adulto cansado.