Miguel Pereira diz:

Por: às 28/08/2010 15:24:35

COMO INDÍVIDUO
-  que verdadeiras necessidades temos? existenciais, artísticas?
-  o que nos move?
-  por que queremos fazer isto que fazemos? (porquê)
-  como traduzimos esse quere? (como)
-  como damos a ver?
-  que forma damos aquilo que queremos mostrar?

É PRECISO

- trabalhar a sensibilidade e a percepção
- estudar, ler, assistir a espetáculos, ver exposições, etc (ter referências)
- questionar o que já sabemos (limites)
- ser curioso
- surpreendermo-nos para surpreender os outros
- conhecer as regras em que se baseiam a nossa profissão e subvertê-las (subversão)

PRECAUÇÕES
- expectativas
- não cair na tentação de reproduzir formatos (os nossos e o dos outros)
- cabotinismo
- tiques que temos, tendências
-não ir atrás dos efeitos

> acompanhe mais no blog do coLABoratório.



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4 Comentários

  1. Weyla disse:
    1 de setembro de 2010 em 1:26

    O que vem a ser cabotinismo??????????


    Responder
  2. elielson disse:
    1 de setembro de 2010 em 19:39

    miguel disse hoje que é quando você ja tem certeza que é bom e fica ai neste lugar e pronto!


    Responder
  3. Giselle Rodrigues disse:
    10 de setembro de 2010 em 23:15

    A cabotinagem, termo utilizado por Jacques Copeau, é segundo ele:
    uma doença que não é só endêmica para o teatro. É o mal (enfermidade) da insinceridade, ou da falsidade. Ele que sofre desta enfermidade cessa de ser autêntico, de ser humano. Ele é desacreditado e anti natural [...]. Eu não me refiro somente àqueles denominados “estrelas”, destes fenômenos, destes pobres monstros do qual deformidades são muito obvias para exigir uma descrição. Me refiro a todos os atores, do mais sem importância deles e seus gestos desprezíveis, da total mecanização da pessoa, e da absoluta deficiência da inteligência profunda e da verdadeira espiritualidade


    Responder
  4. Layane Holanda disse:
    11 de setembro de 2010 em 1:13

    Gi? é você? Arrazôu no Copeau.. bjão.


    Responder

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Quem Somos:

Uma plataforma entre 17 e 20 artistas de produção e pesquisa em artes perfomáticas que opera dentro de um sistema colaborativo, atuando em diferentes linguagens. Temos o bairro Dirceu Arcoverde, maior periferia de Teresina, Piauí, como campo de interesse e lugar de referência urbana. O projeto tem se voltado principalmente para a criação de mercado e platéia para a arte contemporânea, formação de novos criadores e pesquisa de linguagem.

Comentários

  • ju: Muito bonito! Tem muito caldo nessa idéia de baiar e exceder a individualidade a partir de um ambiente gerado por...
  • Kayoo': Muito Bom Muito Lindo e Muito “Estigador “
  • Layane Holanda: pois é tem um tom meio “bacaninha” mas sabia que eu gosto da cara de pau, é meio...
  • L.H.: que lindasssssss……so peguei os vestigios, comentários e impressoes da tarde. Que lindo o...
  • Jell: o massa é que tem imagens que acho que por si só já me abrem outras imagens dentro delas(mesmo sem manipular no...

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