COMO INDÍVIDUO
- que verdadeiras necessidades temos? existenciais, artísticas?
- o que nos move?
- por que queremos fazer isto que fazemos? (porquê)
- como traduzimos esse quere? (como)
- como damos a ver?
- que forma damos aquilo que queremos mostrar?
É PRECISO
- trabalhar a sensibilidade e a percepção
- estudar, ler, assistir a espetáculos, ver exposições, etc (ter referências)
- questionar o que já sabemos (limites)
- ser curioso
- surpreendermo-nos para surpreender os outros
- conhecer as regras em que se baseiam a nossa profissão e subvertê-las (subversão)
PRECAUÇÕES
- expectativas
- não cair na tentação de reproduzir formatos (os nossos e o dos outros)
- cabotinismo
- tiques que temos, tendências
-não ir atrás dos efeitos
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1 de setembro de 2010 em 1:26
O que vem a ser cabotinismo??????????
1 de setembro de 2010 em 19:39
miguel disse hoje que é quando você ja tem certeza que é bom e fica ai neste lugar e pronto!
10 de setembro de 2010 em 23:15
A cabotinagem, termo utilizado por Jacques Copeau, é segundo ele:
uma doença que não é só endêmica para o teatro. É o mal (enfermidade) da insinceridade, ou da falsidade. Ele que sofre desta enfermidade cessa de ser autêntico, de ser humano. Ele é desacreditado e anti natural [...]. Eu não me refiro somente àqueles denominados “estrelas”, destes fenômenos, destes pobres monstros do qual deformidades são muito obvias para exigir uma descrição. Me refiro a todos os atores, do mais sem importância deles e seus gestos desprezíveis, da total mecanização da pessoa, e da absoluta deficiência da inteligência profunda e da verdadeira espiritualidade
11 de setembro de 2010 em 1:13
Gi? é você? Arrazôu no Copeau.. bjão.