Mil Jardins, Mil coisas, Mil quilômetros por hora.

Por: às 04/08/2011 20:09:26

Começa tudo com um mutirão, mais um,  e segue com o Bafo de agosto. Depois  um monte de coisa se  mistura com o bomber crew  tendo o luxo de dançar  com bateria tocada pelo Félix.  Ouvir  Thelma Bonavita lendo o livro arqueologia do futuro,  porque toda segunda-feira tem a oficina de pensamento para ligar os cabos desconectados e para fazer o corpo vibrátil ativar.  Tem as visitas de Andrez, Erivelto Viana, Kaio (trabalhando na produção) e  Ricardo Marinelli  (Travesqueens bombando!). Nas noites ainda tem “cine pão com ovo” bem gostoso e o  projeto mil casas voando alto e pousando no jardim equatorial.

Cara, com certeza está sendo bem gostoso viver  e trabalhar em Teresina, no Dirceu, num Galpão, no Núcleo. Faz bem para o coletivo entrar de cara em um proposição pra esta cidade de Teresina,  só para dar uma conexão e uma calibrada no cabos soltos.  Vendo como está indo o bafo de agosto  dá para sentir a energia sendo bem gasta durante o dia,  está super massa sair com  a sensação de algo feito.

Lá em cima um video da ação no Comercial Carvalho, o desfile relacional, uma proposta da residência da Thelma.



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Quem Somos:

Uma plataforma entre 17 e 20 artistas de produção e pesquisa em artes perfomáticas que opera dentro de um sistema colaborativo, atuando em diferentes linguagens. Temos o bairro Dirceu Arcoverde, maior periferia de Teresina, Piauí, como campo de interesse e lugar de referência urbana. O projeto tem se voltado principalmente para a criação de mercado e platéia para a arte contemporânea, formação de novos criadores e pesquisa de linguagem.

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Comentários

  • L.H.: A peteca caiu mesmo. Também sinto parecido Eli. E acho muito preciso algumas de suas colocações. Mas quero...
  • Elielson Pacheco: Me sinto meio idiota no momento. E fico pensando qual é o ponto do desmoronamento que tem que ir...
  • César Costa: Marcelo, concordo contigo quando diz que só o fato de ser artista já não te coloca como medíocre. Se...
  • Danielle: Não dá pra não fazer conexões entre as coisas ditas, ouvidas, feitas, vistas e acontecidas. Acho que não...
  • weyla: Hoje conversando com minha avó ela me disse que não queria mais comprar roupas porque tava perto de...

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