Hudson, depois da tua experiencia com cenario, figurino e como conceber tudo isso, seria importante vc comecar a pensar como quer trabalhar com/para o ncd. Eu acho que vc precisa pensar um projeto, uma instancia de trabalho que te permita desenvolver tuas imagens, teus interesses. seria como pegar o black book e transforma-lo de alguma maneira, fazer dele um projeto em si. boa sorte!
fabio crazy da selva.disse: 7 de fevereiro de 2009 em 12:19
o black book e o trabalho mais “magao” que ja vi teu…acho intressante tambem pensar como estender essa apropriacao de linguagem pra outras instancias de trabalho.
Uma plataforma entre 17 e 20 artistas de produção e pesquisa em artes perfomáticas que opera dentro de um sistema colaborativo, atuando em diferentes linguagens. Temos o bairro Dirceu Arcoverde, maior periferia de Teresina, Piauí, como campo de interesse e lugar de referência urbana. O projeto tem se voltado principalmente para a criação de mercado e platéia para a arte contemporânea, formação de novos criadores e pesquisa de linguagem.
3 de fevereiro de 2009 em 12:40
Hudson, depois da tua experiencia com cenario, figurino e como conceber tudo isso, seria importante vc comecar a pensar como quer trabalhar com/para o ncd.
Eu acho que vc precisa pensar um projeto, uma instancia de trabalho que te permita desenvolver tuas imagens, teus interesses.
seria como pegar o black book e transforma-lo de alguma maneira, fazer dele um projeto em si.
boa sorte!
7 de fevereiro de 2009 em 12:19
o black book e o trabalho mais “magao” que ja vi teu…acho intressante tambem pensar como estender essa apropriacao de linguagem pra outras instancias de trabalho.