O drama da faca em 15 episódios

Por: às 23/08/2010 01:03:45

Do descontrole ao controle absoluto para falar sobre o pânico.

Episódio 1- Compro uma faca e me tranco no Núcleo do Dirceu.

Episódio 2- Descubro como me mover com ela sem cortes.

Episódio 3- Crio ilusão de descontrole e risco.

Episódio 4 – Apavoro a maioria de meus colegas de trabalho e o artista residente da ocasião, Ricky Seabra.

Episódio 5- Me pergunto sobre a a razão do trabalho e me incomodo com a improvisação.

Episódio 6 – Peço para Izaka compor um adágio de balet para trabalhar com as facas. Trabalhamos juntos.

Episódio 7 – Vejo a exposição da Rebecca Horn no CCBB durante a residência do Rio de Janeiro, em especial o trabalho ilustrado acima, LOVE HATE.

Episódio 8 – Epifania pós Rebeca. Tento dividir o assunto com a Patb e no processo percebo a possibilidade de criar ilusão sobre o perigo a partir da alta precisão e controle. Meu corpo como máquina.

Episódio 9 – Iniciamos pesquisas inspiradas em sistemas de máquinas. A idéia de coreografia é muito forte.

Episódio 10 – Um elemento novo sobre ilusão. Preciso enfiar uma faca na minha buceta. Como controlar a experiência e afastar o perigo real?

Episódio 11 – Falo sobre a faca na buceta e apavoro o resto dos meus colegas.

Episódio 12 -Investigo a idéia de “arma” nas hortas comunitárias do Dirceu.

Episódio 13 – Os ventiladores me ajudam a entender o corpo máquina.

Episódio 14 – Descubro em reflexão proposta pelo  Miguel Pereira que essa dança é sobre o pânico, porque tem a ver com a  perda de noção da realidade sobre o perigo.

Episódio 15 – Mãos à obra. Com ajuda da Patb!

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How do you solve a problem like Juliana e sua faca na buceta? No blog do coLABoratório.



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Quem Somos:

Uma plataforma entre 17 e 20 artistas de produção e pesquisa em artes perfomáticas que opera dentro de um sistema colaborativo, atuando em diferentes linguagens. Temos o bairro Dirceu Arcoverde, maior periferia de Teresina, Piauí, como campo de interesse e lugar de referência urbana. O projeto tem se voltado principalmente para a criação de mercado e platéia para a arte contemporânea, formação de novos criadores e pesquisa de linguagem.

Comentários

  • ju: Muito bonito! Tem muito caldo nessa idéia de baiar e exceder a individualidade a partir de um ambiente gerado por...
  • Kayoo': Muito Bom Muito Lindo e Muito “Estigador “
  • Layane Holanda: pois é tem um tom meio “bacaninha” mas sabia que eu gosto da cara de pau, é meio...
  • L.H.: que lindasssssss……so peguei os vestigios, comentários e impressoes da tarde. Que lindo o...
  • Jell: o massa é que tem imagens que acho que por si só já me abrem outras imagens dentro delas(mesmo sem manipular no...

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