Antes de terminar de escrever esse post, ele já ficou ultrapassado. O contrato foi assinado. Mas até onde vamos com isso aqui? De todo modo, posto o que eu já estava escrevendo, e escrevo mais depois…
Vamos ficar por aqui. Praticar estar, convivência full time, full contact, pequena reorganização da sua própria ordem estabelecida, se abrir mais a uma nova possibilidade de viver essa ordem no trabalho, descobrir o coletivo. Chegar com calma, estar aberto pra encontrar, sem necessariamente ir buscar, sem ansiedade (ou quase). Em vez de suspender (pausar), intensificar; intensificar a suspensão (flutuação) – boiar, boiar, boiar… Uma negação da situação que se impõe, da suspensão desestruturante que vem como sugestão, consequência do vazio na burocracia da empresa, da falta de comunicação e transparência, da cãimbra na mão de quem assina, não sabe nem dizer porquê; mas diz que é melhor parar, por via das dúvidas. Por via das dúvidas eu tenho mais o que fazer. Vamos pra lá ainda por teimosia. “Ne pas plier”. A correnteza tá forte. Já estivemos pensando sobre estados de emergência, planos de evacuação. Estamos pondo em prática um plano de ocupação. Nos instalando. Tenho pensado muito na idéia de instalação, como nas artes plásticas, mas também “se instalar”, como chegar/ficar.