ocupação galpão

Por: às 23/03/2011 18:45:59

Antes de terminar de escrever esse post, ele já ficou ultrapassado. O contrato foi assinado. Mas até onde vamos com isso aqui? De todo modo, posto o que eu já estava escrevendo, e escrevo mais depois…

Vamos ficar por aqui. Praticar estar, convivência full time, full contact, pequena reorganização da sua própria ordem estabelecida, se abrir mais a uma nova possibilidade de viver essa ordem no trabalho, descobrir o coletivo. Chegar com calma, estar aberto pra encontrar, sem necessariamente ir buscar, sem ansiedade (ou quase). Em vez de suspender (pausar), intensificar; intensificar a suspensão (flutuação) – boiar, boiar, boiar… Uma negação da situação que se impõe, da suspensão desestruturante que vem como sugestão, consequência do vazio na burocracia da empresa, da falta de comunicação e transparência, da cãimbra na mão de quem assina, não sabe nem dizer porquê; mas diz que é melhor parar, por via das dúvidas. Por via das dúvidas eu tenho mais o que fazer. Vamos pra lá ainda por teimosia. “Ne pas plier”. A correnteza tá forte. Já estivemos pensando sobre estados de emergência, planos de evacuação. Estamos pondo em prática um plano de ocupação. Nos instalando. Tenho pensado muito na idéia de instalação, como nas artes plásticas, mas também “se instalar”, como chegar/ficar.



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Quem Somos:

Uma plataforma entre 17 e 20 artistas de produção e pesquisa em artes perfomáticas que opera dentro de um sistema colaborativo, atuando em diferentes linguagens. Temos o bairro Dirceu Arcoverde, maior periferia de Teresina, Piauí, como campo de interesse e lugar de referência urbana. O projeto tem se voltado principalmente para a criação de mercado e platéia para a arte contemporânea, formação de novos criadores e pesquisa de linguagem.

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  • L.H.: A peteca caiu mesmo. Também sinto parecido Eli. E acho muito preciso algumas de suas colocações. Mas quero...
  • Elielson Pacheco: Me sinto meio idiota no momento. E fico pensando qual é o ponto do desmoronamento que tem que ir...
  • César Costa: Marcelo, concordo contigo quando diz que só o fato de ser artista já não te coloca como medíocre. Se...
  • Danielle: Não dá pra não fazer conexões entre as coisas ditas, ouvidas, feitas, vistas e acontecidas. Acho que não...
  • weyla: Hoje conversando com minha avó ela me disse que não queria mais comprar roupas porque tava perto de...

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