KKKKKKKKKKKKKKKKK Ai que maravilha Weyla…muito bom! De longe da pra sentir pela imagem, a cara do povo, o total deslocamento, embora compativel e apaziguavel. Mais tem o elemento distorcao que e’ muito bom, ate mesmo pq e’ sutil. Acho que tao indo no ponto, obrigado. Adoraria ta no onibus do Dirceu confesso….a cara dessa mulher…kkkkkkkkk
kkkkkkkkkkkkkkkk Concordo com a referencia do Nelson, Fabio. Pra mim tem muito de erotico e me pergunto se da pra fugir disso. O corpo vira mercadoria desejada, mercadoria chique pra comprar em 10 prestacoes suadas. E as vezes acho que da pra entrar por ai, pela ideia do corpo-como-objeto-do-desejo-levado-a-discussao. Eu acho impressionante como destoa, mas se adequa, passa a fazer parte, e ai vejo uma outra entrada pra se pensar no que dar e como dar a essa comunidade. Essa discussao deveria ser levada a frente por vcs que estao ai experienciando a coisa em si. Eu e Fabio parecemos duas corujas em cima dum galho mortas de frio, comentando as peripecias de vcs.
E muito interesanti essa ação que perna que ainda não pude vé de perto mais só pelas fotos mostra que as pessoas fica fora do seu abito nomal de fica dentro do ônibus tambem acho muito sutil, acho que seria muito bom weyla ser você entrasse em padarias e super mercados talvez iria ser a mesma atitude das pessoas que viser.
Uma plataforma entre 17 e 20 artistas de produção e pesquisa em artes perfomáticas que opera dentro de um sistema colaborativo, atuando em diferentes linguagens. Temos o bairro Dirceu Arcoverde, maior periferia de Teresina, Piauí, como campo de interesse e lugar de referência urbana. O projeto tem se voltado principalmente para a criação de mercado e platéia para a arte contemporânea, formação de novos criadores e pesquisa de linguagem.
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L.H.: A peteca caiu mesmo. Também sinto parecido Eli. E acho muito preciso algumas de suas colocações. Mas quero...
Elielson Pacheco: Me sinto meio idiota no momento. E fico pensando qual é o ponto do desmoronamento que tem que ir...
César Costa: Marcelo, concordo contigo quando diz que só o fato de ser artista já não te coloca como medíocre. Se...
Danielle: Não dá pra não fazer conexões entre as coisas ditas, ouvidas, feitas, vistas e acontecidas. Acho que não...
weyla: Hoje conversando com minha avó ela me disse que não queria mais comprar roupas porque tava perto de...
3 de abril de 2008 em 20:43
KKKKKKKKKKKKKKKKK
Ai que maravilha Weyla…muito bom!
De longe da pra sentir pela imagem, a cara do povo, o total deslocamento, embora compativel e apaziguavel. Mais tem o elemento distorcao que e’ muito bom, ate mesmo pq e’ sutil.
Acho que tao indo no ponto, obrigado.
Adoraria ta no onibus do Dirceu confesso….a cara dessa mulher…kkkkkkkkk
4 de abril de 2008 em 0:26
Não lembro de ter te mandado essa última foto não…como tu conseguiu? Ou eu tô ficando doida?
4 de abril de 2008 em 13:40
tipo Nelson Rodrigues ne? Tem uma coisa de fantasia e de erotismo sutil…
4 de abril de 2008 em 21:41
kkkkkkkkkkkkkkkk
Concordo com a referencia do Nelson, Fabio.
Pra mim tem muito de erotico e me pergunto se da pra fugir disso. O corpo vira mercadoria desejada, mercadoria chique pra comprar em 10 prestacoes suadas. E as vezes acho que da pra entrar por ai, pela ideia do corpo-como-objeto-do-desejo-levado-a-discussao.
Eu acho impressionante como destoa, mas se adequa, passa a fazer parte, e ai vejo uma outra entrada pra se pensar no que dar e como dar a essa comunidade.
Essa discussao deveria ser levada a frente por vcs que estao ai experienciando a coisa em si.
Eu e Fabio parecemos duas corujas em cima dum galho mortas de frio, comentando as peripecias de vcs.
7 de abril de 2008 em 16:25
E muito interesanti essa ação que perna que ainda não pude vé de perto mais só pelas fotos mostra que as pessoas fica fora do seu abito nomal de fica dentro do ônibus tambem acho muito sutil, acho que seria muito bom weyla ser você entrasse em padarias e super mercados talvez iria ser a mesma atitude das pessoas que viser.
8 de abril de 2008 em 0:32
Interessante a sugestão do alexandre. Acho que funcionaria muito também, Weyla.
8 de abril de 2008 em 10:26
agora tem que pensar mesmo é nessa relação do fotografo dentro da ação..enfim..aquilo qe já conversamos né vascons.