paisagens,pesquisa das mascaras.
::Jacob
::Cesar
::fotos Wilena e Marber
Compartilhe:
Você também pode gostar de:
7 Comentários
bebeldisse: 27 de agosto de 2008 em 10:04
bacana meninos, boa pesquisa. mas sobre oque agente conversou na última segunda-feira é interessante que antes de tudo agente soubesse oque vocês estão fazendo sem precisar perguntar. eu pelo menos não sei oque vocês estão fazendo e acho que só as fotos não são suficientes. acho também que coisas como essas agente tem que saber antes que aconteça. temos que dialogar melhor…
Concordo com vc bebel,mas essa pesquisa ta só sendo retomada, sobre a gente estar fazendo creio q td mundo que participou da ultima reunião ja sabe,Sobre dividir a pesquisa e discutila, acho q as fotos são um primeiro passo e tem aver com o nosso tempo. as fotos não são uma prestação de contas é pra discutir um pensamento artistico. e te pergunto.o q vc acha dessa ação?
bem, conversei cm o jacob e vamos trabalhar em cima dessa açao em modo de pesquisa, mais especificamente pra depois ver onde chega!!!
todos lembram que antes fazia-mos no onibus, onde todos que ali estavam ficavam calados e comedo. os poucos que olhavam tomavam a atitude de nao deixar de olhar. ja nessa nova versao ( que agente usa mascaras na rua) sinto que as pessoas nos encaram de uma forma mais corajosa.
acho que essa 2ª tem uma abertura maior porque nos dá suporte pra se relacionar tanto com as pessoas quanto com as coisas da rua. eu olho as pessoas e o espaço artisticamente bem mais especificamente.
bem quem quiser saber mais alguma coisa, dar auguma sugestao ou sei la o que, escrevam aqui ou falem comigo.
jacob eu acho que pra fazer uma ação usando o nome de um projeto como o paisagens não é simplesmente “eu vou fazer”. a responsabilidade é muito maior pq vc tá usando o nome de um projeto que é de todos e que já tem uma identidade. o magão e o marber vão ter que apresentar uma proposta pra agente, e pq vcs não fizeram o mesmo? entende também q essa ação de vcs tomou um rumo bem diferente do que era, e mesmo se fosse a mesma exigiria o mesmo nível de responsabilidade com o todo. vc lembra quando agente conversou sobre primeiro organizar e depois fazer? não sei, mas essa coisa meio “faço quando eu quizer” me incomoda um pouco.
Weila quando eu e o Cesar resolvemos retomar nossa ação, começamos a discutir que tipo de mascara seria essa e o motivo de fazer no ônibus ou em qualquer lugar, nossa ação tinha um caráter de estranhamento que causava uma situação pra gente e pra quem via que era basicamente absurda e sufocante, e a ideia agora é que dessa relação a gente pesquise um desenvolvimento de assunto que sirva tanto como ação do paisagens, interferência na paisagem urbana, questão que leve um raciocínio ou uma discursarão pra quem vê, e como essa ação pode discutir um coisa na gente também, por exemplo, a gente faz no ônibus, a pressão do olhar das pessoas é tão grande que a gente não consegue sentar em outro lugar que não seja na ultima cadeira, e a gente fica completamente encolhido, na rua acontece de um forma bem parecida e a gente basicamente se esconde ou tenta se esconder, estamos chamando de pesquisa pela tentativa de aprofundamento da questão,e pela ação se colocar na condição de mudança e aprimoramento com a experiencia, e acho q é uma coisa que vai ter um boa demanda de tempo pra ser discutida.
ta bebel,mas as coisas pra mim agora tem que acontecer, ja tivemos reuniões sobre retomar o paisagens e eu não preciso esperar nada,sabe eu to com nessecidade de fazer, acho q antes de se reunir e decidir tudo, vale mais apena fazer e quem tiver interesse faz, o paisagens tem um valor politico e artístico que me interessa, o que eu to fazendo é só explorando ele, e não quero fazer reuniões pra decidir quando vai começar o paisagens pra mim acho que não devia nem ter parado e minha ação só ta continuando. Com o mesmo caráter que tinha começado. se a gente deve se reunir e decidir q ele deve continuar ótimo mas eu preciso comesar o meu.espero que no comentario que fizemos ai em cima te ajude a esclarecer mais.
Uma plataforma entre 17 e 20 artistas de produção e pesquisa em artes perfomáticas que opera dentro de um sistema colaborativo, atuando em diferentes linguagens. Temos o bairro Dirceu Arcoverde, maior periferia de Teresina, Piauí, como campo de interesse e lugar de referência urbana. O projeto tem se voltado principalmente para a criação de mercado e platéia para a arte contemporânea, formação de novos criadores e pesquisa de linguagem.
Categorias
Comentários
L.H.: A peteca caiu mesmo. Também sinto parecido Eli. E acho muito preciso algumas de suas colocações. Mas quero...
Elielson Pacheco: Me sinto meio idiota no momento. E fico pensando qual é o ponto do desmoronamento que tem que ir...
César Costa: Marcelo, concordo contigo quando diz que só o fato de ser artista já não te coloca como medíocre. Se...
Danielle: Não dá pra não fazer conexões entre as coisas ditas, ouvidas, feitas, vistas e acontecidas. Acho que não...
weyla: Hoje conversando com minha avó ela me disse que não queria mais comprar roupas porque tava perto de...
27 de agosto de 2008 em 10:04
bacana meninos, boa pesquisa.
mas sobre oque agente conversou na última segunda-feira é interessante que antes de tudo agente soubesse oque vocês estão fazendo sem precisar perguntar. eu pelo menos não sei oque vocês estão fazendo e acho que só as fotos não são suficientes. acho também que coisas como essas agente tem que saber antes que aconteça. temos que dialogar melhor…
27 de agosto de 2008 em 14:29
Concordo com vc bebel,mas essa pesquisa ta só sendo retomada, sobre a gente estar fazendo creio q td mundo que participou da ultima reunião ja sabe,Sobre dividir a pesquisa e discutila, acho q as fotos são um primeiro passo e tem aver com o nosso tempo. as fotos não são uma prestação de contas é pra discutir um pensamento artistico. e te pergunto.o q vc acha dessa ação?
27 de agosto de 2008 em 21:37
bem, conversei cm o jacob e vamos trabalhar em cima dessa açao em modo de pesquisa, mais especificamente pra depois ver onde chega!!!
todos lembram que antes fazia-mos no onibus, onde todos que ali estavam ficavam calados e comedo. os poucos que olhavam tomavam a atitude de nao deixar de olhar.
ja nessa nova versao ( que agente usa mascaras na rua) sinto que as pessoas nos encaram de uma forma mais corajosa.
acho que essa 2ª tem uma abertura maior porque nos dá suporte pra se relacionar tanto com as pessoas quanto com as coisas da rua. eu olho as pessoas e o espaço artisticamente bem mais especificamente.
bem quem quiser saber mais alguma coisa, dar auguma sugestao ou sei la o que, escrevam aqui ou falem comigo.
27 de agosto de 2008 em 22:59
Desculpa gente, mas eu não tô entendendo muito o que é a PESQUISA de vcs.
É sobre alguma coisa especifica? questão relevante? é uma vivência?
28 de agosto de 2008 em 9:35
jacob eu acho que pra fazer uma ação usando o nome de um projeto como o paisagens não é simplesmente “eu vou fazer”. a responsabilidade é muito maior pq vc tá usando o nome de um projeto que é de todos e que já tem uma identidade. o magão e o marber vão ter que apresentar uma proposta pra agente, e pq vcs não fizeram o mesmo? entende também q essa ação de vcs tomou um rumo bem diferente do que era, e mesmo se fosse a mesma exigiria o mesmo nível de responsabilidade com o todo. vc lembra quando agente conversou sobre primeiro organizar e depois fazer? não sei, mas essa coisa meio “faço quando eu quizer” me incomoda um pouco.
28 de agosto de 2008 em 15:17
Weila quando eu e o Cesar resolvemos retomar nossa ação, começamos a discutir que tipo de mascara seria essa e o motivo de fazer no ônibus ou em qualquer lugar, nossa ação tinha um caráter de estranhamento que causava uma situação pra gente e pra quem via que era basicamente absurda e sufocante, e a ideia agora é que dessa relação a gente pesquise um desenvolvimento de assunto que sirva tanto como ação do paisagens, interferência na paisagem urbana, questão que leve um raciocínio ou uma discursarão pra quem vê, e como essa ação pode discutir um coisa na gente também, por exemplo, a gente faz no ônibus, a pressão do olhar das pessoas é tão grande que a gente não consegue sentar em outro lugar que não seja na ultima cadeira, e a gente fica completamente encolhido, na rua acontece de um forma bem parecida e a gente basicamente se esconde ou tenta se esconder, estamos chamando de pesquisa pela tentativa de aprofundamento da questão,e pela ação se colocar na condição de mudança e aprimoramento com a experiencia, e acho q é uma coisa que vai ter um boa demanda de tempo pra ser discutida.
28 de agosto de 2008 em 15:22
ta bebel,mas as coisas pra mim agora tem que acontecer, ja tivemos reuniões sobre retomar o paisagens e eu não preciso esperar nada,sabe eu to com nessecidade de fazer, acho q antes de se reunir e decidir tudo, vale mais apena fazer e quem tiver interesse faz, o paisagens tem um valor politico e artístico que me interessa, o que eu to fazendo é só explorando ele, e não quero fazer reuniões pra decidir quando vai começar o paisagens pra mim acho que não devia nem ter parado e minha ação só ta continuando. Com o mesmo caráter que tinha começado. se a gente deve se reunir e decidir q ele deve continuar ótimo mas eu preciso comesar o meu.espero que no comentario que fizemos ai em cima te ajude a esclarecer mais.