http://www.youtube.com/watch?v=AmLPMnp_sAk
http://www.youtube.com/watch?v=hDTu7jF_EwY
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> o lugar casa determina uma certa perfomatividade, assim como a moldura palco também;
> dois extremos a convenção/código e o casual (que também já está codificicado). Em qualquer lugar Forsythe é arte, o velhinho é uma outra coisa, tem uma outra fricção;
> o que eu quero perfomar? O que eu quero está sempre ligado com o que quero dizer e com uma forma;
> preparar o corpo para estar preparado… um estágio antes de funcionar;
> uma ação que por sí só significa, que não é necessáriamente sobre mostrar ou fazer, que já é algo em si;
> eu vou criar uma obra num espaço onde um monte de coisa não é legitimada;
11 de março de 2011 em 20:48
o lugar “casa” determina a performatividade…
me lembro mesmo sem querer dos menestréis e grupos de atores que se apresentavam em castelos na idade média, na casa dos seus senhores…imagino como era para eles comunicar: cheios de empecilhos, de temas tabu, de ordens veladas a obedecer…
como era o corpo destas criaturas???
como comunicar o que eu quero sem violar o direito do outro de estar em sua própria casa? como “convencer”
o outro a me dar um pedaço do seu chão? a me permitir fazer parte de seus afetos/ utensílios/ afazeres?
aiai…perguntas e mais perguntas.
e lembrei também dos xamãs, que entram nas casas e lá ritualizam.
uma diferença marcante é que, em ambos os casos, eles são convidados a entrar.
isso já me remete a uma outra pergunta:
como me sentir convidado a entrar???
12 de março de 2011 em 0:30
os bumba meu boi do meu tempo de menino tambem eram assim. eles visitavam as casas, jogando o lenco para pedir permissao para entrar, e ao final para que ali os donos da casa deixassem algum dinheiro, o que queriam deixar.
os bois dancavam nos terreiros das casas e era uma honra ter um boi no seu terreiro.