Perfomatividade: 1, 2, 3 meia e já…

Por: às 11/03/2011 17:23:47

http://www.youtube.com/watch?v=AmLPMnp_sAk

http://www.youtube.com/watch?v=hDTu7jF_EwY

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> o lugar casa determina uma certa perfomatividade, assim  como a moldura palco também;

> dois extremos a convenção/código  e o casual (que também já está codificicado). Em qualquer lugar Forsythe é arte, o velhinho é uma outra coisa, tem uma outra fricção;

> o que eu quero perfomar? O que eu quero está sempre ligado com o que quero dizer e com uma forma;

>  preparar o corpo para estar preparado… um estágio antes de funcionar;

> uma ação que por sí só significa, que não é necessáriamente  sobre mostrar ou fazer, que já é algo em si;

> eu vou criar uma obra num espaço onde um monte de coisa não é legitimada;



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2 Comentários

  1. Regina, a Rossi disse:
    11 de março de 2011 em 20:48

    o lugar “casa” determina a performatividade…

    me lembro mesmo sem querer dos menestréis e grupos de atores que se apresentavam em castelos na idade média, na casa dos seus senhores…imagino como era para eles comunicar: cheios de empecilhos, de temas tabu, de ordens veladas a obedecer…
    como era o corpo destas criaturas???

    como comunicar o que eu quero sem violar o direito do outro de estar em sua própria casa? como “convencer”
    o outro a me dar um pedaço do seu chão? a me permitir fazer parte de seus afetos/ utensílios/ afazeres?

    aiai…perguntas e mais perguntas.

    e lembrei também dos xamãs, que entram nas casas e lá ritualizam.

    uma diferença marcante é que, em ambos os casos, eles são convidados a entrar.
    isso já me remete a uma outra pergunta:

    como me sentir convidado a entrar???


    Responder
  2. marcelo Evelin disse:
    12 de março de 2011 em 0:30

    os bumba meu boi do meu tempo de menino tambem eram assim. eles visitavam as casas, jogando o lenco para pedir permissao para entrar, e ao final para que ali os donos da casa deixassem algum dinheiro, o que queriam deixar.
    os bois dancavam nos terreiros das casas e era uma honra ter um boi no seu terreiro.


    Responder

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Uma plataforma entre 17 e 20 artistas de produção e pesquisa em artes perfomáticas que opera dentro de um sistema colaborativo, atuando em diferentes linguagens. Temos o bairro Dirceu Arcoverde, maior periferia de Teresina, Piauí, como campo de interesse e lugar de referência urbana. O projeto tem se voltado principalmente para a criação de mercado e platéia para a arte contemporânea, formação de novos criadores e pesquisa de linguagem.

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