Depois dessas semanas pensando numa coisa mais coletiva, passei a pensar em alguns pontos que apareceram dentro que vinha trabalhando do plano de evacuação (ação proposta no meu plano piloto do Mil Casas). Passei a pensar por um ângulo mais geral referente a espaço, localização geográfica que me fazem pensar na necessidade de evacuação nessas casas, divido-a por três partes: de fora pra dentro, de dentro e de dentro pra fora.
A 1º que é de fora pra dentro, que é como que se pensa em um limite pra se chegar nessa necessidade de se evacuar. A 2ª é a parte interna, trata do planejamento dessa evacuação, o que se pensa a partir desse estado de emergência. A parte de dentro é tanto dentro do corpo como dentro da casa e a emergência pra evacuação está em ambos. A 3ª é a evacuação como ação. A ação que acontece apartir de todas as necessidades e da evacuação e como ela acontece exatamente como o planejado pra dar certo.
Mais do que realizar todas essas 3 partes da evacuação com sucesso, quero pensá-la como metáfora pra performá-la. Excesso leva a esse limite e esse limite faz que a evacuação seja uma conseqüência de tudo. Vejo a evacuação como estado. Parte desse estado que leva pra a ação como, por exemplo, as necessidades fisiológicas.
Essa semana de várias formas clareou, em mim, um olhar que tinha sobre as coisas, em como eu pensava sobre essa ação. Imagens vieram esse tempo que passamos mais juntos e foi bom pra pensar sobre como é num contexto mais geral, que pra mim foi bastante necessário.
As vezes é complicado, porque no contexto geral que estávamos usando a informação não é tão pontual, tipo específico, e pontos e pontos vão aparecendo e percebi um receio em me concentrar numa coisa mais individual. Mas foi bom pra mim, assim falando de outras possibilidades que vi e que podem me trazer pra proposta e levar pra essas casas.