Pop arts festival> Nina Boas + Marcelo Evelin

Por: às 13/02/2011 14:46:05

+ www.ninaboas.com and debris
+ more about pop art festival go to www.theaterbellevue.nl



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6 Comentários

  1. elielson disse:
    14 de fevereiro de 2011 em 4:40

    o google traduziu:

    java balneário quadrados

    bonitas fotos!!


    Responder
  2. fabio disse:
    14 de fevereiro de 2011 em 14:48

    super louco!!! I have no comment!!


    Responder
  3. marcelo Evelin disse:
    14 de fevereiro de 2011 em 16:01

    gente

    to devendo pra vcs mais sobre esse trabalho, que surpreendentemente tem me ocupado de forma boa, de maneira que me vejo descobrindo e aprendendo coisas.o trabalho da nina tem me feito entender maneiras de fazer coisas que se aproximam com a ideia do 1000CASAS, coisas que podemos experimentar como procedimento de ocupacao dessas 1000 casas.

    como nao tenho tido tempo de escrever sobre esse projeto ainda, vou copiar e colar aqui um trecho de email pra luciana ponso, micheline e nina botkay, que faz parte de um video danca da luciana.

    enfim, queria dividir com voces os bastidores desse projeto e essa nova relacao de colaboracao com a nina, ok?

    to em amsterdam agora ja fazem quase dois meses, de volta a uma vida que
    ja nao e’a mesma, mas que continua sendo, acho que nao vou saber explicar
    isso aqui. fiz hoje um espetaculo como interprete aqui depois de muito
    tempo que nao fazia.. estou performando num projeto de drawing performance
    da nina boas, uma jovem artista de performace visual que trabalha com
    enormes projecoes em fachadas.

    conheci nina quando ela tinha 8 anos, me tornei amigo de seus pais no
    final dos anos 80, ambos artistas visuais e da performance, ele holandes,
    ela francesa. o phillipe foi logo depois embora pra indonesia fazer o seu
    trabalho de pintura em tecido e couro e vive ate hoje la. a francoise continuou a pintar
    enormes telas quase sempre de mulheres, e comecou a fazer os meus
    figurinos.

    eu e francoise comecamos juntos no final dos anos 80. a minha primeira peca de grupo e com
    subvencao na holanda, contou com a colaboracao dela, e foi o seu primeiro
    figurino. fizemos a partir dai mais de 10 pecas, sempre num trabalho que
    ultrapassava a relacao figurinista-coreografo para uma total troca de
    ideia na construcao de alguma coisa. francoise se tornou uma das mais
    famosas figurinistas de danca do pais, trabalhou com todo mundo e segue
    trabalhando.

    a nina cresceu nos meus ensaios, no meio das provas de roupas (nos anos 90
    ainda se usava figurino…rsrsrs), dancando pelos cantos do estudio. hoje
    estavamos la eu e nina numa van indo de um lugar pra outro, eu trabalhando
    pra ela naquele sistema holandes taaaao caracteristico, tao organizado,
    que vira uma reproducao quase identica de outros tempos vividos. sao as
    mesmas palavras, as mesmas vans, os mesmos cuidados com a seguranca e o
    seguro de tudo, as mesmas garrafinhas de agua e coffee….ai a nina mudou
    do holandes que falamos “no trabalho” para o frances que falamos a vida
    inteira entre nos, e me disse: quando eu era pequena eu sempre quiz dancar
    nas tuas pecas, entao eu criei essa pra dancar contigo…

    meninas, sigo estrangeiro, sigo emigrado, e pra usar a palavra da moda
    sigo expatriado.
    semana passada tive em paris onde minha estoria de expat comecou.
    me perguntava andando pelas ruas quem tinha mudado mais nesses 25 anos, eu
    ou a cidade.
    encontrei o wagner schwartz na rua por acaso e falamos por 10 minutos na
    calcada.
    encontrei a debby growald na recepcao de estreia da yvonne rainer. ela foi
    uma das minhas primeiras e mais queridas professoras de danca, e que me
    deu o primeiro trabalho como bailarino.
    eu nao a via a mais de 20 anos.
    nao sei porque to contando isso tudo pra vcs, desculpem pelas longas
    estorias, mas talvez seja porque essa condicao de estrangeiro esta tao
    latente, tao absolutamente incorporada no que somos e no que fazemos.
    fico aqui mais tres semanas, vou pra teresina por 1 mes, e estou em berlim
    abril e maio.

    e’ isso gente do nucleo.

    beijos!


    Responder
  4. Layane Holanda disse:
    14 de fevereiro de 2011 em 17:02

    engraçado, que quando vi no face as fotos, eu também razão achei que isso que voces estão fazendo por aí pode dialogar com o 1000casas. Porque pelas fotos parece que voces se apropriam do espaço, da arquitetura e resignificam ela….ficcionam, brincam…. enfim queria ter visto.

    lindo o email marcelo.
    acho que email devia ser uma categoria nesse blog. é quase como ler cartas, gosto.
    bjo.


    Responder
  5. jana disse:
    15 de fevereiro de 2011 em 1:45

    marcelo linda essa estória, lindo como vc escreve e com tantas sensações e sentimentos.
    é tão bom voltar a fazer algo que há tempos a gente não faz, né?

    estou por aqui já triste e alegre na ultima semana dessa intensa temporada…

    beijão


    Responder
  6. fabio crazy disse:
    16 de fevereiro de 2011 em 10:05

    Eu tenho algumas impressoes agora: Tu projeta uma sujestao ludica sobre uma arquitetura ja estruturada há anos em sua propria rigidez. Potencializa, ao inves do que vulgarmente eu, como espectador poderia projetar do que realmente existe dentro da casa, me leva a um recondito “bonitinho”, de dentro de mim…as janelas por exemplo, se tornao janelas de uma outra zona, é o buraco da arvore que a Alice cai…Na casa de bonecas a boneca sou eu!


    Responder

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Uma plataforma entre 17 e 20 artistas de produção e pesquisa em artes perfomáticas que opera dentro de um sistema colaborativo, atuando em diferentes linguagens. Temos o bairro Dirceu Arcoverde, maior periferia de Teresina, Piauí, como campo de interesse e lugar de referência urbana. O projeto tem se voltado principalmente para a criação de mercado e platéia para a arte contemporânea, formação de novos criadores e pesquisa de linguagem.

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