
Série Homóloga na química:
Os compostos químicos pertencentes a uma série homóloga apresentam:
- Propriedades químicas semelhantes, pois pertencem à mesma função química.
- Propriedades físicas diferentes, devido ao aumento da cadeia carbônica.
Uma imagem para o funcionamento em setembro no instantâneo. Funcionamento que se fez essencialmente:
1. na maneira como nos organizamos, usamos o tempo, sistematizamos o que queremos investigar, “treinamos” e jogamos na quarta.
2. na maneira como identificamos artísticamente os lugares que experimentamos no formato palco italiano, questões e pontos que “ainda pegam”, qualidade de movimento e dança que existe “para alguma coisa” ou em “função de”, mergulho nessa coisa que “nunca é e nem chega a ser” que é a improvisação…
link da foto. Nos debatemos com pontos já conhecidos (reconhecimento do sentido que se gera, pessoalidade que funcione como alavanca e discuta algo,leve as pessoas pra um outro lugar, que vá direto no “ponto”). Mas……na real a avaliação de setembro, pra mim foi uma dinamite que precisava ser detonada.
O instantâneo passou a ter uma estrutura. Ela não é mais uma organização. Estrutura é assim: um prédio tem uma estrutura, uma empresa, uma árvore….Na engenharia é assim: Estrutura é a armação responsável por manter a forma e a sustentação de um determinado trabalho de engenharia. Na biologia é um pouco diferente porque estruturas podem e vão ao longo do tempo assumindo novas características.Organização é diferente é um “jeito” (lembro da Helena falando disso) estabelecem-se critérios (por cor, por idade, por tamanho). Por isso que caos não é desordem é um outro tipo de ordem, é uma ordenação caótica.
Dentro da nossa estrutura de funcionamento todos se distribuem no:
-treinamento manha
-tarde da quarta
-improvisação noite
E talvez aí esteja a tal sensação de “engessado” que aparece no palco, de lugar seguro. Porque realmente tá ficando institucionalizado.

Penso que “todos que fazem tudo” reforça e legitima um compromisso. Mas acaba nos trazendo uma maneira homogênea de chegar às questões = MUITO DO MESMO. A formatação “todo mundo treina, todo mundo cumpre horário, todo mundo faz” legitima um compromisso,(necessário, bacana, ponto positivo, que fique claro!). Mas e as possibilidades artísticas do instantâneo? O risco? As proposições distintas que podem por exemplo passar por caminhos que não são corpo, mas discutem corpo, como podem acontecer? E onde estão nossas “descobertas” e onde elas se ampliam, no nosso corpo, no discurso, dentro da sala, no grupo, na comunidade?
Será que todo mundo quer tirar nota boa? (weylla)
Sei lá..fico pensando numa maneira de funcionar que só tem critérios de “não pode”. Mas … no palco “tudo pode”. Distinção entre dentro e fora do palco?? Como assim???
Para outubro conversamos sobre novas maneiras pra essa organização, que pode ser caótica, rizomática, simultânea. Que pode passar por essa honestidade avassaladora e que pode numa tarde nos fazer mudar a direção e abordar um corpo que “não aguenta mais” via itens de primeira necessidade.
L.H.