SOMENTE AFIRME COM A CABEÇA, MESMO QUE NÃO ENTENDA

Por: às 12/09/2009 17:45:00

Revisar constantemente o corpo e sua tridimensionalidade para rascunhar e arriscar outros modos de explorar e desenvolvê-lo; é uma perspectiva lúcida e problematizante neste trabalho de experimentação que acontece com artistas de cidades brasileiras, somado ao trabalho da Zeynep Günsur que numa parceria do Colaboratório/Rio de Janeiro e Núcleo do Dirceu oferece indicativos que nos levanta questões sobre o que escolhemos como objeto de investigação; entendimentos, dúvidas que servem para novos exercícios, a repetição de outros para elaborarmos maneiras de estar que acionam reconhecimentos relacionados ao vivido, imaginado ou projetado e que independem do lugar/espaço habitado.

Li recementemente um artigo que falava de uma nova teoria de nome E8. É uma teoria complexa, mas nas palavras do A. Garret Lisi , snowboarder e surfista que talvez reescreveu a física, professa:

“Deve existir uma teoria elegante para descrever a natureza.”

Aqui você encontra mais informações http://arxiv.org/abs/0711.0770

Aproveito para trabalhar o equação: similaridade, corpo, espaço, tempo.
Nesta segunda semana cada um trabalhou com uma referência extraída do material pesquisado como imagens, listas de frases que fazem sentido com sua carta performance e observações dos que participam desse projeto em Teresina.
Após ter escrito uma carta para o autor de “An Exceptionally Simple Teory of Everithing” e não remetida a ele; recebi do Izaká um diagrama, espécie de síntese do que viu e a seguinte frase. – Para mim, isso foi seu solo, sua performance.

Teoria da Relatividade, Einstein.

De uma especulação sobre a Teoria das Cordas, cheguei à dois metros de corda feita de seda e que gerou um texto e uma performance dueto.

GOOUTSIDE.

Mandala.
As ramificações internas de um pulmão.
O teto suntuosamente iluminado do Parlamento chinês.
Fórmulas matemáticas e figuras geométricas.
Matrix. Clube da Luta.
Onda, computador e um pouco mais de dinheiro no bolso.

marber ramos



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Quem Somos:

Uma plataforma entre 17 e 20 artistas de produção e pesquisa em artes perfomáticas que opera dentro de um sistema colaborativo, atuando em diferentes linguagens. Temos o bairro Dirceu Arcoverde, maior periferia de Teresina, Piauí, como campo de interesse e lugar de referência urbana. O projeto tem se voltado principalmente para a criação de mercado e platéia para a arte contemporânea, formação de novos criadores e pesquisa de linguagem.

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  • L.H.: A peteca caiu mesmo. Também sinto parecido Eli. E acho muito preciso algumas de suas colocações. Mas quero...
  • Elielson Pacheco: Me sinto meio idiota no momento. E fico pensando qual é o ponto do desmoronamento que tem que ir...
  • César Costa: Marcelo, concordo contigo quando diz que só o fato de ser artista já não te coloca como medíocre. Se...
  • Danielle: Não dá pra não fazer conexões entre as coisas ditas, ouvidas, feitas, vistas e acontecidas. Acho que não...
  • weyla: Hoje conversando com minha avó ela me disse que não queria mais comprar roupas porque tava perto de...

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