Revisar constantemente o corpo e sua tridimensionalidade para rascunhar e arriscar outros modos de explorar e desenvolvê-lo; é uma perspectiva lúcida e problematizante neste trabalho de experimentação que acontece com artistas de cidades brasileiras, somado ao trabalho da Zeynep Günsur que numa parceria do Colaboratório/Rio de Janeiro e Núcleo do Dirceu oferece indicativos que nos levanta questões sobre o que escolhemos como objeto de investigação; entendimentos, dúvidas que servem para novos exercícios, a repetição de outros para elaborarmos maneiras de estar que acionam reconhecimentos relacionados ao vivido, imaginado ou projetado e que independem do lugar/espaço habitado.
Li recementemente um artigo que falava de uma nova teoria de nome E8. É uma teoria complexa, mas nas palavras do A. Garret Lisi , snowboarder e surfista que talvez reescreveu a física, professa:
“Deve existir uma teoria elegante para descrever a natureza.”
Aqui você encontra mais informações http://arxiv.org/abs/0711.0770
Aproveito para trabalhar o equação: similaridade, corpo, espaço, tempo.
Nesta segunda semana cada um trabalhou com uma referência extraída do material pesquisado como imagens, listas de frases que fazem sentido com sua carta performance e observações dos que participam desse projeto em Teresina.
Após ter escrito uma carta para o autor de “An Exceptionally Simple Teory of Everithing” e não remetida a ele; recebi do Izaká um diagrama, espécie de síntese do que viu e a seguinte frase. – Para mim, isso foi seu solo, sua performance.
Teoria da Relatividade, Einstein.
De uma especulação sobre a Teoria das Cordas, cheguei à dois metros de corda feita de seda e que gerou um texto e uma performance dueto.
GOOUTSIDE.
Mandala.
As ramificações internas de um pulmão.
O teto suntuosamente iluminado do Parlamento chinês.
Fórmulas matemáticas e figuras geométricas.
Matrix. Clube da Luta.
Onda, computador e um pouco mais de dinheiro no bolso.
marber ramos