Por Arianne Pirajá (+ no face do núcleo)
Processos de subjetivação, o lugar do outro e o destino da força de criação. Coletivos. Zá 3. Densidade crítica. Fetiche. Sistema institucional da Arte. Voracidade mercadológica. Desassossego da crise. Pensamento. Simplesmente existencial. Novos possíveis. Mutação sensível. Demanda narcísica. Prestígio Midiático. Transformações de textura sensível. Poder de contágio. Paisagem reconfigurada. Capitalismo cognitivo. Política identitária. Corpo vibrátil.
Anestesia da vulnerabilidade. Presença viva. Capacidade específica do sensível. Tecido social. Apanágio de elites. Forças que nos afetam. Sensações. Multiplicidade plástica. Textura sensível. Poder de vibração. Mutações intransmissíveis. Crise de referências. Consistência existencial.
Subjetividade flexível. Recusa do corpo vibrátil. Supostas identidades. Desterritorializados. Imaginação no poder. Experimentação radical. Modos de existência. Contracultura. Vida pública. Colapsos de sentido. Ao vivo no corpo. Liberdade de criação. Escuta das sensações. Identificação hipnótica. Cultura de massa. Subjetividades fragilizadas. Surdez do corpo vibrátil. Paraísos. VIP. Energia vital. Mundos virtuais de signos. Novo Élan. Miragem. Alucinação. Bloqueio do processo vital. Recusa da vida.
Insaciável hipermáquina. Cognitariado. Cafetinagem. Zumbis hiperativos. Clonagem das mudanças. Deslumbrados. Holofotes glamurizadores. Entrega voluntária. Política de desejo. Feitiço da sedução. Subjetividade-luxo. Subjetividade-lixo. Outras espécies de mundo.
Reação violenta à desestabilização. Silêncio. Trinta anos de trauma. Abusos da cafetinagem. Alienação patológica da subjetividade.
Antropofagia. Inexistência de obediência cega. Plasticidade de contornos da subjetividade. Liberdade de hibridação. Agilidade de experimentação. Ginga. Reeducação da sensibilidade. Terapêutica para o mundo moderno. Inteligentzia. Tropicalismo. Especialmente radical. Know how antropofágico. Tão contemporâneos. Voluptuosa e alienada entrega. Baixa antropofagia. Herança colonial. Elite tóxica. 5 séculos. Estratégias de êxodo. Identificação servil. Criatividade geral.
Pontos de asfixia do processo vital. Força de criação de outros mundos. Cartografia da cafetinagem. Cartografia dos movimentos de êxodo. Perfurações sutis na masssa compacta da brutalidade dominante.
ETC:
Pessoas números. Selva de pedra. Zumbi. Finada. Desapego. Melado. Ursa Maior. Katylene. Bestificação. Buraco negro. KY. Miopia. Experimentação. Kolenezada. Albert Camus. Bricolagem. Pista das travesqueens. Calçadão da putaria. Apetite do colonizado. Dor. Necessidade. Patifaria. Papyllon. O sonho do bom selvagem.
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[as oficinas de pensamento, acontecem toda segunda-feira, às 18h. Qualquer pessoa pode participar. Para saber mais, use o buscador do blog.]
20 de agosto de 2011 em 17:05
A linguagem e ao mesmo tempo intimamente ligada ao campo politico onde tudo o que concerne a linguagem a ciencia e o pensamento se refere a pessoa enquanto subjetividade e a sua relacao com a sociedade. o corte da criatividade feminina atraves da caca as bruxas mulheres inteligentes e curandeiras a perseguicao e massacre de mulheres independentes nao assimiladas a definicao das buscas masculinas como mais valiosas do que as femininas em qualquer cultura de modo que os valores culturais se tornam a personificacao da subjetividade masculina a restricao da satisfacao pessoal feminina ao casamento e a maternidade a exploracao sexual de mulheres por homens artistas e professores a interrupcao social e economica das aspiracoes criativas das mulheres o apagamento das tradicoes femininas e .8.