The Defender!

Por: às 15/10/2008 11:41:00






O defensor; um super-herói, um personagem, um corpo criado para uma determinada circunstancia. Um super-herói com corpo de isopor, destrutível, efêmero.

Hoje nos surgiu a idéia de assumir essa situação real de matéria destrutível com este personagem, e tratar de maneira análoga ao corpo humano, colocando questões que fazem alusão a esse corpo frágil, dotado de limites e influenciado por relações com seu ambiente. Pois defensor é um corpo que pode ser reproduzido, uma imagem direta, um super-herói.

Assim como o corpo humano, frágil e cheio de limites, defensor pode ser manipulável, mas pode ultrapassar a idéia do fantoche e se tornar corpo pelo fato de ocupar um lugar no espaço de possuir uma “vida própria” que não precise ser forjada e sim alimentada por uma relação que necessita de uma manutenção do corpo, ora sustentando, ora cedendo. Eu, Cipó e Defensor estamos ligados por fios invisíveis, que enxergamos ser uma nova maneira de trazer essa tensão.

Na primeira apresentação era criada por linhas de pesca para recortar o espaço, e funcionou naquele instante para nós, mais como uma tensão criada por uma estética do cenário, e que acreditávamos que o mais interessante seria buscar nesses fios um tipo de relação para a nossa dança.

Conjunta, compartilhada, dividida…

.:Fagão:.



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5 Comentários

  1. weyla disse:
    15 de outubro de 2008 em 23:22

    é meninos, muito suor pra botar pra botar pra fora.
    vejo vcs dentro deste trabalho, cada vez de uma forma diferente e fico um pouco confusa.
    agora acho interessante este assunto do corpo frágil e vulnerável, que pode ser um corpo só por acupar um lugar no espaço.
    falar das relaões, é pra mim, amplo demais, por que todo trabalho ,acredito eu, é construído com esta informação, por essa ou a partir dela.
    vejo coisas além.
    a performace e o som do fagão, a resistência e fragilidade do cipó trazem milhões de relações, mas qual delas é o foco de vcs? ainda não é claro.
    confesso que sempre pensei q o orbital era sobre desconexões.até mesmo pelo texto.


    Responder
  2. elielson disse:
    16 de outubro de 2008 em 2:49

    é interessante a idéia de uma “vida” forjada por uma relação.

    um corpo que so vive pq estal ligado a outros.

    pra mim isso é metafora boa de transpor para o NCD.


    Responder
  3. cipó disse:
    16 de outubro de 2008 em 10:21

    não consigo entender essa amplitude que você fala Weyla, e sim a potência de uma relaçao por que até a resistência e fragilidade que você fala só existe em relação a algo ou alguem e normalmente só é observada por esses sintomas que você acabou de citar e outros mais, mas continuo dizendo minha curiosidade não está nas pessoas nesse momento, e por isso busco qual é o link.


    Responder
  4. weyla disse:
    16 de outubro de 2008 em 11:57

    ok cipó! é muito claro.
    mas ainda acho que tem muita carne neste osso, e por isso falo que relações são inerentes a qualquer trablho.o orbital seguinte sugere mais.
    isso q o elielson colocou é realmente bom pra se pensar dentro das discurssões do NCD.


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  5. cipó disse:
    16 de outubro de 2008 em 11:59

    concordo.


    Responder

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