Um passo do tamanho das pernas

Por: às 20/08/2008 22:15:00


Acredito que o mais importante nesse momento é realmente pensar em propor coisas que estão ao nosso alcance, para que depois não tenhamos que pedir desculpas por isso ou aquilo que não deu certo.
As regras são necessárias para o funcionamento de um sistema, qualquer que seja sua natureza.E não é sobre ter um diretor, pois nós não estamos e nem queremos estar aqui nesta condição, acredito eu, mas sim num conjunto de deveres e num engajamneto de todos para trabalhar em função do NCD entendendo a importância do individual no coletivo.

Aqui foram algumas das sugestões que consegui organizar até este momento:

1- Treinamento diário;
2- Criar grupos que se interessem( de 1, de 2, de 3…) para realização dos projetos da casa (atualmente:instantaneo,paisagens e mapas) durante o ano todo.
3- Para os projetos individuais, sugiro que se apresente antes de tudo um mini projeto, tipo o que vc vai fazer, em que período ( criação de dança, teatro, música, instalação, trabalho de escritório, produção do trabalho de outro intérprete ou de um projeto, iluminação, aulas para o núcleo, 1 vez por semana, 4 semanas, 1 dia, 1 ano…).Isso não é pra ser julgado como em editais, e sim analisado em reunião por todos, pra que se veja a possibilidade da realização e talvez ser sugerido possíveis ajuste, este plano/projeto poderia ser um post;
4- Um período ( sem sugestão da quantidade de dias) para ser usufruido como “férias” em algum momento do ano, talvez combinado com antecedencia, e dando prioridade nos casos de problemas de saúde.Obs: Isso também depende da necessidade de cada artista, ninguém seria obrigado a tirar férias;
5- O relatório mensal como já foi sugerido na última reunião;
6- Reuniões semanais;

Até o momento só consegui organizar estes seis itens, algumas idéias não consegui ajustar, mas conversando a gente vai encontrando uma estrutura adequada para nossa realidade atual, concientes que esta não vai ser a mesma para sempre.A atualização das idéias é a primeira regra.

Weyla Carvalho



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Quem Somos:

Uma plataforma entre 17 e 20 artistas de produção e pesquisa em artes perfomáticas que opera dentro de um sistema colaborativo, atuando em diferentes linguagens. Temos o bairro Dirceu Arcoverde, maior periferia de Teresina, Piauí, como campo de interesse e lugar de referência urbana. O projeto tem se voltado principalmente para a criação de mercado e platéia para a arte contemporânea, formação de novos criadores e pesquisa de linguagem.

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  • L.H.: A peteca caiu mesmo. Também sinto parecido Eli. E acho muito preciso algumas de suas colocações. Mas quero...
  • Elielson Pacheco: Me sinto meio idiota no momento. E fico pensando qual é o ponto do desmoronamento que tem que ir...
  • César Costa: Marcelo, concordo contigo quando diz que só o fato de ser artista já não te coloca como medíocre. Se...
  • Danielle: Não dá pra não fazer conexões entre as coisas ditas, ouvidas, feitas, vistas e acontecidas. Acho que não...
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