uncomfortable

Por: às 18/05/2011 19:28:26

In The Playroom is a provocative series of photographs by Jonathan Hobin:

“In the Playroom is a metaphor for the impossibility of a protective space safe from the reach of modern media. The quizzical disposition of youth and the pervasive nature of the media are symbolically represented in my images through tableau-vivant re-enactments of the very current events that adults might wish to keep out of their child’s world. Just as children make a game of pretending to be adults as a way to prepare and ultimately take on these roles in later life, so too do they explore things that they hear or see, whether or not they completely understand the magnitude of the event or the implications of their play.”





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4 Comentários

  1. jana disse:
    20 de maio de 2011 em 19:51

    eita! fotos fortes, né?
    tem uma diração de arte, um conceito “tudo meticulosamente calculado para parecer desorganizado” que eu acho muito interessante.


    Responder
  2. L.H. disse:
    21 de maio de 2011 em 12:18

    Eu também Jana, gosto do meticulosamente calculado no espaço, nas coisas. Tenho recorrido muito a imagens como uma maneira de me aproximar desse universo “fazer uma coisa pra criança”. Sem cair nos discursos de transmissão de valores, nas imagens clichês que fazemos dos pequenos, nas histórinhas…De onde eu estou, criar uma obra-coisa pra criança, tem uma outra entrada.

    Tentando simplificar penso que nesse espetáculo Menu, mais do que um conceito, um assunto de herói, o lugar, o ambiente, o espaço pra mim é a entrada, é o imput, é o ponto de partida, é o que preciso instaurar pra criar a partir daí, de dentro. O espaço como um universo que vai ser habitado.

    Porque pra mim espaço é algo que pode “significar criança”.E não tô falando de cenário ou algo lustrativo não. É mais simples, é que onde eles (os corpos pequenos) estão, esse lugar ocupado por eles passa a ser sempre outro, tem outra disposição, outro tamanho, outra lógica… espaços ocupados por crianças são (ou se tornam em pouco tempo) na maioria das vezes caóticos, alterados, móveis…tem uma outra ordem mesmo. Porque elas realmente não seguem convenções, crianças estabelecem com os que a cerca uma outra relação, que é de descobrir, de experimentar, de se apropriar sem muita restrição. Enfim…

    Acho que vou fazer um post. rs.


    Responder
  3. jana disse:
    21 de maio de 2011 em 15:17

    massa, lay. escreve.
    Entendo isso do espaço que significa, criar um universo (lembrei do Cristian!), uma situação que remeta a criança.agora não sei se isso é suficiente, talvez seja mesmo só uma forma de entrar para aí sim dentro deste universo/espaço ver o que acontece. Como é que não fica “os adultos brincando no cantinho da criança”, sei lá.
    falo como quem de fato só acompanha o Menu por aqui. Mas fico curiosa.
    E acho que este espaço tem que ter um puta rigor. de material, disposição, cor….


    Responder
  4. elielson disse:
    22 de maio de 2011 em 20:08

    jeyna.
    tá organizadíssimo mermã.
    crianças brincando de fazer “o 11 de setembro”, levando a sério a feira de ciências, brincando de execução, brincando de se suicidar sendo uma miss (é dos EUA esse artista Lay?), brincando de envenenar as bonecas (adorei esse. hahaha a cara TRAQUINA da menina com os óculos é demais hahahahaha. Lembrei de quando era criança, uns 4 anos, e me trancava no ármario da vó e derramava todos os perfumes e shampoos dela. e ela saia louca na rua e eu bem quetinho no ármario so me realizando… Lembro que adorava derramar shampoo, ver aquele liquido meio pastoso descendo…lógico que ninguém me entendia), crianças brincando de ter câncer com uma foto de jesus do lado, menino brincando de namorar com menino, meninas brincando de matar a foquinha…
    o que será que isso diz?
    essas crianças são o passado, (ou presente) e o futuro do amanhã?
    essas crianças mostram quão “gente” que somos?
    que as catástrofes humanas são relativas?
    que brincadeira pode transformar o mundo?


    Responder

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Uma plataforma entre 17 e 20 artistas de produção e pesquisa em artes perfomáticas que opera dentro de um sistema colaborativo, atuando em diferentes linguagens. Temos o bairro Dirceu Arcoverde, maior periferia de Teresina, Piauí, como campo de interesse e lugar de referência urbana. O projeto tem se voltado principalmente para a criação de mercado e platéia para a arte contemporânea, formação de novos criadores e pesquisa de linguagem.

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